’cause it’s a bittersweet symphony, this life

Tem muitas, muitas coisas acontecendo na minha vida, tudo-ao-mesmo-tempo-agora style. Ontem eu tive que de fato parar minha mente por um instante e contemplar, escrever tudo em tópicos para não esquecer quão abençoada eu sou, digerir. Mas, mesmo com tantas portas sendo abertas e mil oportunidades se desdobrando à minha frente, o que martelava sem parar na minha cabeça foi um email que li antes das oito da manhã numa segunda-feira. Era de uma pessoa que eu amava muito, que sempre foi extremamente generosa comigo, e que eu não fui capaz de responder à altura. Foram críticas pesadas, que me tiraram o sono à noite, apesar do cansaço. E, mesmo tendo me defendido e, no final, ter sido perdoada, eu não conseguia parar de pensar em como é duro errar com quem se quer bem. Eu mesma não conseguia me perdoar, ficava remoendo tudo over and over again.

Como vocês já devem ter percebido, estou passando por um processo profundo de autoconhecimento, especialmente nos últimos meses. E tudo que chega até mim, seja bom ou ruim, me faz repensar minhas atitudes diante do mundo, as posturas que adoto, os erros que não quero mais cometer, os vícios que não quero mais carregar comigo. E tento focar no que tenho de bom, também. No que engrandece.

Porque hoje eu vim o caminho todo ouvindo o Verve cantar ao som de violinos minha música favorita para caminhar pensativa pelas ruas. E eu chorei. Porque, mesmo com os duros golpes e a nossa tentativa incessante de manter a dignidade, não quero perder a minha essência. Quero ser eu mesma, só que melhor. I can’t change my mold, no, no, no, no, no.

here comes the sun

little darling, it’s been a long cold lonely winter (…)

here comes the sun, here comes the sun,
and I say, “it’s all right”

:)))

inspirações cotidianas

quem visita aqui já teve a curiosidade de um dia visitar também meu google reader?

olha, recomendo, viu.

tudo de mais lhindo, incrível e inspirador que eu vejo todos os dias está lá compilado, tipo um ‘the best of’ com a minha curadoria :p

tem de textos belíssimos e/ou espertos a ‘diy’ facinhos a dicas de moda a receitas culinárias a ideias práticas a úteis e fúteis. e só coisas muito, muito bonitas, mesmo!

aliás, quem tiver me passa o seu para eu adicionar de amigo?! tou tãaao viciada nisso! :D

esta imagem também tá lá!

infinito particular

mudança de endereço

só por hoje!

hoje vocês podem me ver em dois lugares diferentes, para dar uma arejada no ambiente:

- no top-favorito don’t touch my moleskine, da dani arrais, em texto sobre ex-amigos

- no delicioso dona perfeitinha, da fofa talita, em texto sobre moi e outras blogueiras queridas (inclusive a ju, minha amiga da vida real e “comadre”)

engraçado como pessoas que nem nos conhecem “ao vivo” podem transformar nosso dia completamente, né? (estou repetitiva, eu sei, mas é a mais pura verdade!)

quarta-feira tem sido meu dia predileto da semana há uns meses, mas essa noite dormi muito pouco, acordei mal humoradérrima, entrei no trabalho antes das 7h30 e com um caminhão de coisas para fazer. estou passando por grandes mudanças e isso tem me tirado um pouco dos eixos. mas logo logo trarei um monte de novidades para compartilhar com vocês, e serão boas e do bem! torçam por mim? (yn)

enquanto isso, fiquem com os textinhos que citei acima e com a frase que eu trouxe estampada na camiseta hoje: love is all we need. e não é?! :)))  

*a foto belíssima é de lissa, minha lindeza! ;*

rima do dia

own, :~

sobre perdoar

Em muitos textos já lidos sobre perdão, algo comum a todos é o fato de que ele tem que ser legítimo para valer. Sincero, do fundo do coração mesmo, sabem como?

E, dia desses, pensando nisso, percebi que estou num processo profundo de tentar perdoar todas as pessoas que, de alguma forma, me magoaram em algum momento da minha vida. E isso não é sobre ser perfeita, altruísta ou santa, é sobre ser um pouco egoísta também: creio que o perdão faz muito mais bem a quem dá do que a quem recebe.

Não vou mentir: óbvio que muitas vezes bate uma birra e penso coisas infantis como “ah, não vou te aceitar no meu facebook porque você foi escrota comigo”, ou “não vou responder seu email porque você me magoou”, mimimi. Mas então penso duas vezes e poxa, a vida é tão curta né?

Um amigo certa vez me disse que mágoa é um veneno que a gente toma esperando atingir o outro. A outra pessoa às vezes nem sabe que nos feriu e a gente tá lá, se envenenando com esses sentimentos pequenos. Prefiro tentar perdoar e seguir em frente, abrir o coração para coisas novas. Porque, se for para tomar algo, eu prefiro Bandeira a Chico: ‘uns tomam éter, outros cocaína – eu tomo alegria!’.

:)

e mais cinza

pequenices

Por vários dias, eu chorei assistindo o jornal nacional. Chorei mesmo, de soluçar, com tanta tragédia, como a Má.

Então, nos últimos tempos, um final de dia perfeito para mim tem sido assim: pegar uma carona com mamis para voltar pra casa, falando sobre tudo e sobre nada*, um banho quente com um sabonete beeem cheiroso, meus cookies preferidos (que eu mesma faço!) e alguma coisa bem boba na tevê, para não pensar em nada mesmo, tipo episódios velhos de ’satc’, episódios novos de ‘ugly betty’ ou a novela do maneco.

E cada vez mais eu percebo que meu apreço pelas coisas pequenas nada mais é do que a sensação de que tenho um pouco de controle sobre o mundo ao redor.

 

*tenho a imensa sorte de ter uma mãe psicológa e sim, santo de casa FAZ milagre

in the words of a broken heart

minha big sis também me ensinou outra palavra para isso: em alemão, Lieberskummer significa algo como ‘luto amoroso’.

quantos diagnósticos e expressões para uma dor que jamais poderia ser traduzida em palavras, não é mesmo?! :~

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