sobre plantas e amores

Justo eu, que “não sei cuidar de plantas”, tenho me esforçado para ter um pouco de verde vivo em casa (daquelas mudanças que a gente quer fazer pro bem da gente mesmo). E, mesmo quando elas secam, ainda assim eu insisto em fazer acontecer, e demoro um bom tempo até me desapegar e jogar no lixo, sempre achando que sei lá, elas ainda podem nascer de novo, tipo fênix. “Talvez seja como no amor“, disse Nata.  

Percebi ser verdade, quando, na semana passada, insisti em regar uma plantinha que já estava seca e morta há uns bons meses – ou era um ex-amor, não sei. Tudo o que sei é que, de todas as plantas que comprei desde que me mudei, há mais de um ano, as duas que ainda persistem lindas e parrudas são a espada-de-são-jorge e a comigo-ninguém-pode. Autoexplicativo.

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