be the love generation

“Existem em nossas sociedades muitas mortes, mortes físicas, mortes psíquicas, mas é o amor – seja como amor total, seja como ternura, amizade, camaradagem, solidariedade, fraternidade – que deve nos animar. É preciso pensar não apenas na liberdade e na igualdade. A fraternidade é também alguma coisa de essencial. (…) e me parece que as pessoas mais mortíferas, sempre mais numerosas, já começam a desencantar um pouco.

(…) A revolução não pode ser feita em um dia, mas se faz todos os dias nas relações cotidianas que mantemos, como já pensava W. Reich. E aí está a entrada para um convívio verdadeiro, a edificação de uma democracia que mereça esse nome, na qual o amor e a alegria estejam e continuem a estar presentes. Resta, pois, trabalhar nesse projeto, tentando afastar as tendências mortíferas (sempre reconhecendo-as, pois a pulsão de morte é sempre operante), e fazer triunfar, tanto quanto possível, o prazer e o amor mútuo. Isso pode parecer utópico, mas como eu já disse tempos atrás: ‘As sociedades que não sonham são sociedades que morrem’.”
(ainda no mesmo texto)


Quero grifar tudo e colar no meu espelho, beijos!

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2 Responses to “be the love generation”


  1. 2 Ju novembro 7, 2011 às 9:27 am

    ai, ontem tive até uma overdose de temporada de moda hehe, no site do programa tem todos os episódios na íntegra!!!
    =)


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