a vida como ela é

Na meditação no sábado, nosso instrutor nos falou sobre a “compreensão hábil”, um dos conceitos budistas que, em miúdos, se refere a “enxergar a vida como ela é”. E isso me tocou profundamente porque veio ao encontro de algo que estava lendo algumas horas antes: este post aqui, sobre as quatro leis da espiritualidade. E, unindo a principal ideia das quatro leis juntas, consegui entender muito melhor uma situação pela qual eu estava passando, e que me fazia sofrer.

Conheci um rapaz em abril, de quem eu gostei e que me machucou. E, ao ler tudo isso, e tentar entender que ele era a pessoa certa para aquele momento da minha vida, que o que aconteceu era a única coisa que poderia ter acontecido etc, tive uma sensação de compreensão muito grande, de que foi do jeito que era para ter sido, ponto. E parar de tentar transformar em algo muito maior, e criar caminhos e histórias e explicações que só desgastam. Consegui um pouco de paz quando, ao olhar para a situação como ela de fato foi, eu pude perceber a lição que isso me trouxe, e que continua comigo. Mesmo que ele não.

Então a dica da semana (e da vida!) é essa: parar de fantasiar demais, e tentar enxergar mais preto-no-branco, as coisas como elas são de verdade. Menos sofrimento, mais compreensão. E ainda mais amor pelo que virá adiante, puro e sem rótulos. Mais honesto.

“Pense que eu cheguei de leve, machuquei você de leve, e me retirei com pés de lã. Sei que o seu caminho amanhã, será tudo de bom, mas não me leve…”
(Chico Buarque, enviado pela querida :* Bianca Garcia)
 

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7 Responses to “a vida como ela é”


  1. 1 Ju junho 6, 2011 às 9:57 pm

    tão verdade
    nath querida vc está tão evoluida…
    =)

  2. 3 Natalia junho 7, 2011 às 11:42 am

    Oi xará vizinha! haha!

    Eu penso assim já faz algum tempo e só me fez bem, consegui deixar muito sofrimento desnecessário pra traz e aprendi mais com cada pessoa ou acontecimento. A gente não pode tentar controlar o que não está na nossa mão, mas a gente consegue controlar o que vamos fazer com o que deram pra gente.
    Mas eu comentei mesmo pra te perguntar: onde está fazendo meditação? Que horas é? Eu fui em um templo uma vez, queria muito ter continuado, mas os horários não batem com os q tenho livre… =/

    Beeijos!!!
    Obs: Eu leio sempre seu blog, caso estranhe o comentário! hahaha!

  3. 5 Bianca Garcia junho 7, 2011 às 5:39 pm

    querida, esse é um caminho muito legal para se trilhar…
    esse novo olhar sobre as coisas velhas e batidas…
    fico feliz pela nova percepção.
    fico feliz pelo crescimento de espírito.

    beijo grande!

    ;)

  4. 7 Ana Carolina junho 18, 2011 às 7:48 pm

    Vim de novo meter o bedelho nas coisas que você escreve… rs!
    Aqui, mais especificamente na pág. 46, tem um pensamento que vai totalmente de encontro ao que vc disse: http://www.editoraescuta.com.br/pulsional/164_165_05.pdf
    Tive que ler pra faculdade e achei a cara deste post do drops!

    Beijo.


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