a insustentável leveza do ser

enquanto todos os que vêm aqui sempre dizem que tenho “uma maneira ótima de encarar o mundo, super leve”, o que carrego dentro do peito é um peso enorme, feito aqueles prisioneiros de outros tempos, arrastando uma bola de chumbo no pé para lá e para cá, para não fugir, não escapar. com exceção de que a minha fui eu mesma que coloquei e, não conseguindo mais tirar por esforço próprio, precisei de ajuda externa.

e em todo esse nosso processo de evolução para viver uma vida mais digna, eu me vi escolhendo agora os caminhos que de fato talvez me levem a ser essa pessoa que busco ser – serena, tranquila, com paz de espírito e foco, principalmente para distribuir o amor que tanto tenho e me é tão caro. difícil sempre, mas dizem que os resultados valem a pena. tou pagando pra ver.

“sempre tenho a estranha sensação, embora tudo tenha mudado e eu esteja muito bem agora, de que este dia ainda continua o mesmo, como um relógio enguiçado preso no mesmo momento – aquele.”
(clarice lispector)

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4 Responses to “a insustentável leveza do ser”


  1. 1 Soraia novembro 13, 2010 às 10:00 am

    Nath, Lulu santos cantou: ” não existiria som, se não houvesse o silêncio”
    Talvez vc sinta o peso, pq esta no processo para chegar a leveza e que bom que vc teve o privilegio de passar pelos 2.
    bjokas

  2. 3 Stéfanni novembro 14, 2010 às 10:30 pm

    Parabéns pelo blog. encontrei aqui, de fato, uma leveza em ser! abraços.


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