listen to the colour of your dreams

Dia desses fui ver nêgo e estávamos conversando sobre os arquétipos que permeiam a nossa vida. Sobre tudo o que a gente sonhava “ser quando crescer”, sobre como mudamos de ideia (que bom!), sobre o que de fato permaneceu e, permanecendo, se conseguimos alcançar. Ou pelo menos chegamos perto.

E aí eu contei para ele que as pessoas que eu achava mais incríveis, desde que me conheço por gente, eram aquelas viajadérrimas, que tinham morado fora, falavam várias línguas e tinham amigos espalhados pelo mundo todo. E que, ao voltar agora dessa minha última aventura overseas, eu me dei conta de que me tornei essa pessoa. Que eu tenho apenas 25 mas já falo quatro línguas, morei fora duas vezes, tenho queridos por toda a Europa, já fiz um pouco de tudo na vida. E poxa, isso me deixou tão, mas tão feliz. Uma sensação de missão cumprida, de vim-vi-venci. Um alívio, de poder buscar mais coisas, traçar novos planos, atingir outros objetivos. De saber que eu sou capaz, basta querer.

E também saber que eu posso mudar tudo no meio do caminho, também. Já nem quero mais falar as tais seis línguas até os 30, porque me dou por satisfeita se falar essas quatro bem direitinho. Mas ainda estou disposta a procurar essa tal profissão dos sonhos, continuar me comunicando, agregando e crescendo. Porque se tem uma coisa que eu não perco jamais, mesmo quando realizo um sonho, é a capacidade de sonhar outro maior ainda. Teimosia de filha mais velha.

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