Fazia cerca de um mês que eu havia ganhado os ingressos e eles estavam na minha bolsa. Falta de tempo, disponibilidade, essas coisas. Então ontem as circunstâncias permitiram e eu pude enfim assistir ‘Man on Wire’, o filme que conta a história do equilibrista que cruzou as torres do World Trade Center sobre um cabo, nos anos 70.
Uma sessão no glamour decadente do Gemini ainda remetia a sonhos antigos, com poltronas de veludo e uma sala gigantesca, de cinemas de rua de outrora. E eu chorei no final, como outras pessoas na sala, e a música-tema ressoou na minha cabeça por horas a fio. Fiquei tocadíssima com a história: um homem, com uma idéia absolutamente maluca, consegue convencer pessoas a ajudá-lo a realizar seu maior sonho: cruzar as torres. Sua paixão faz tudo parecer tão simples… e, mesmo não sendo, já que acompanhamos todos os percalços durante a história, ele consegue chegar lá. O tempo todo eu pensava ‘ele é maluco, ele é maluco’. Mas eu torcia para que tudo desse certo e ele conseguisse.
Era apenas um sonho, que começou com um rabisco no jornal, e foi capaz de contagiar seus amigos ao redor, e uma multidão de nova-iorquinos. ‘Precisávamos desse ar fresco, obrigada!’, até disse uma.
E eu precisava era dessa lição: não importa quão inalcançável pareça o sonho, você pode chegar lá. Basta acreditar.

acreditar e correr atrás
=)
inalcançável, alto e bem perigoso. mas imagina a sensação que esse homem experimentou? (: beijo!
gabrielaguerra! o wordpress tá logado, esqueco de me identificar :P